Mais 600 mil famílias do Rio podem pedir tarifa social de energia


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Mais de 600 mil famílias, residentes em 31 municípios do Rio de Janeiro, têm direito ao benefício da tarifa social de energia e ainda não o utilizam. A estimativa é da concessionária Light e abarca sua área de atuação em território fluminense.

A Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) foi criada pela Lei Federal 10.438/2002. Por meio dela, são concedidos descontos para os consumidores de baixa renda.

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Para solicitar o benefício da TSEE, o cliente deve reunir alguns documentos, como Número de Identificação Social (NIS) ou Benefício de Prestação Continuada (BPC), Cadastro de Pessoa Física (CPF), documento de identificação oficial com foto e o número da instalação que aparece na conta de energia. Em seguida, deve entrar em contato com a empresa responsável, por meio de um dos canais de atendimento.

O NIS é o cadastro oferecido pelo governo federal para identificar o cidadão que recebe ou não benefício social. Já o BCP, previsto na Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), é a garantia de um salário mínimo por mês ao idoso com idade igual ou superior a 65 anos ou à pessoa com deficiência de qualquer idade.

Cerca de 859 mil usuários da Light estão cadastrados na TSEE, que concede descontos de até 65% na conta de luz para famílias com renda per capita de até meio salário mínimo. No ano passado, houve um crescimento líquido acima de 40% de inscritos, passando de 557.136, em janeiro, para 783.611, em dezembro. Nos primeiros cinco primeiros meses de 2023, a Light cadastrou mais de 75 mil famílias.

Centro une setor energético e academia na busca por baixo carbono


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O Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), lançou nesta quinta-feira (15) o Centro Virtual de Soluções Tecnológicas de Baixo Carbono, que vai ligar empresas do setor de energia a laboratórios que atuam em soluções de baixo carbono e financiadores.

De acordo com a vice-diretora da Coppe, Suzana Kahn, as soluções de baixo carbono podem beneficiar diversos setores da economia, como melhoria dos processos produtivos das siderúrgicas, indústrias de cimento e logística nas empresas de transporte, impactando na redução das emissões de gases poluentes.

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A vice-diretora explicou que a partir de um mapeamento, criou-se uma rede entre os diversos laboratórios da instituição.

Um dos laboratórios que vão integrar o centro é o de Tecnologia Oceânica (LabOceano), que estuda o aproveitamento da energia das ondas, como a geração eólica offshore (no mar) e da energia térmica dos oceanos, com aplicações para a indústria de petróleo offshore.

“Nós temos mais de 150 mil metros quadrados de laboratórios e muitos deles, que foram construídos e financiados com verbas de pesquisa e desenvolvimento (P&D) de petróleo e gás, se adequam a questões relacionadas a soluções energéticas”, destaca.

Cursos EAD

Por se tratar de uma área nova de conhecimento, Suzana Kahn afirmou que ainda existe desconhecimento sobre as novas tecnologias de baixo carbono, os prós e contras, impactos e energias renováveis. Desta forma, o Centro Virtual realizará cursos à distância em módulos. O primeiro, que será iniciado em agosto, tratará de energia dos oceanos. A ideia é que o interessado monte o seu próprio cronograma, a partir de aspectos econômicos e áreas de interesse.

Empresas também podem ofertar cursos para o quadro funcional, com base na área de atuação do negócio. Para fazer o curso, é preciso ter graduação.

O curso básico para o público em geral é o de mudanças climáticas, com início também previsto para agosto. Para outubro, a expectativa é promover dois novos cursos: biomateriais para construção civil e hidrogênio.

Debate

No debate “Soluções Tecnológicas de Baixo Carbono: competências e visão de futuro”, realizado nesta quinta-feira (15) pela Coppe, com a presença de executivos de várias empresas de energia, houve consenso entre os participantes da necessidade de uma maior aproximação entre empresas e academia. “Há uma lacuna entre a forma de trabalhar, de pensar, do ‘timing’. Essa foi identificada como uma questão que precisa melhorar porque ambos se beneficiam. A indústria se beneficia do conhecimento da universidade e esta começa a se aproximar em seus desafios mais instigantes que a empresa precisa atender”, ressalta Suzana Kahn.

Outra questão foi sobre a regulamentação, envolvendo, por exemplo, parcerias entre universidades federais e a iniciativa privada.

Os participantes também debateram a dependência do Brasil na importação de equipamentos para produção energética. “A gente acaba sempre importando. Tem muito petróleo e, muitas vezes, importa equipamento de que precisa”.

O debate fez parte da série “Agenda Coppe e Sociedade”, que integra as comemorações dos 60 anos da instituição.

 

Parlamentares reúnem-se no Chile em cúpula global contra a fome


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Mais de 150 parlamentares, de cerca de 20 países, estarão reunidos até sexta-feira (16, em Valparaiso, Chile, na Segunda Cúpula Parlamentar Global contra a Fome e a Má Nutrição. O evento é organizado pelo Escritório Regional da Organização das Nações Unidas (ONU) para a Alimentação e a Agricultura (FAO – Food and Agriculture Organization) para a América Latina e o Caribe e ocorre na sede do Congresso Nacional chileno, em Valparaíso. 

Ao todo, a rede da Frente Parlamentar Global contra a Fome da América Latina e Caribe conta com mais de 400 legisladores e tem o apoio das Agências Espanhola e Mexicana de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (Aecid e Amexcid) e da Comissão Europeia. 

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A FAO entende que os parlamentares são atores da mudança e podem desempenhar o papel-chave de criar leis e políticas para erradicar a fome, promover dietas saudáveis, proteger os recursos naturais, transformar os sistemas agrícolas para que sejam sustentáveis, eficientes, resilientes e inclusivos e reduzir a pobreza e as desigualdades socioeconômicas.

Mulheres são mais afetadas

Na cerimônia de abertura do encontro, nesta quinta-feira (15), o representante regional da FAO para a América Latina e o Caribe, o uruguaio Mario Lubetkin, apresentou o cenário atual do problema, no mundo, dizendo que houve “um aumento dramático nos números da fome”, atingindo 828 milhões de pessoas.  

Mario Lubetkin apontou as principais causas da fome: conflitos, ameaças climáticas, a pandemia de ovid-19, a desaceleração econômica, que pôs em risco o desenvolvimento das nações, e os aumentos de preços dos alimentos. “O aumento dos preços dos alimentos ao consumidor afetou o número de pessoas incapazes de ter acesso a uma dieta saudável, chegando a quase 3,1 bilhões”, afirmou Lubetkin.  

Segundo a FAO, as mulheres são as mais afetadas pela insegurança alimentar e pela fome. “A prevalência de insegurança alimentar moderada e grave aumentou durante a pandemia e afetou as oportunidades econômicas das mulheres.”

Na outra ponta da desnutrição, Lubetkin destacou que o sobrepeso e a obesidade são cada vez mais frequentes entre crianças, jovens e adultos e aumentam em todas as regiões do mundo, como consequência da má nutrição, com dietas não saudáveis. 

O representante da FAO alerta que já foi alcançada a metade do prazo para que o mundo consiga alcançar o segundo objetivo da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU). A meta é acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhorar a nutrição e promover a agricultura sustentável, até 2030.  

“A fome zero e a erradicação da pobreza exigem a firme e efetiva participação de cada um de nós e a grande responsabilidade de elaborar leis que promovam um meio ambiente seguro, garantindo o direito à alimentação”, enfatiza Lubetkin. 

O anfitrião da Cúpula Parlamentar, o presidente do Chile, Gabriel Boric Font (foto), enfatizou que o desafio contra a fome não reconhece fronteiras. “Se houvesse apenas uma pessoa passando fome, já deveria ser escandaloso, mas são 828 milhões de pessoas e, portanto, esta questão é tremendamente importante”, afirmou Boric. 

Ao lamentar que a fome afete mais de 56 milhões de latino-americanos, o presidente chileno pediu união. “Nenhum esforço é menor ou secundário na luta contra a fome e na busca da segurança alimentar e da agricultura sustentável, conforme estabelecido no segundo dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da OMS, na Agenda 2030”. 

O líder chileno ainda apontou as guerras e os deslocamentos forçados de refugiados como agravantes da fome no mundo.

 “A agenda [2030] está ameaçada pela guerra, em qualquer latitude. Vemos os efeitos no nosso país [Chile] e no mundo pela exportação do trigo da Ucrânia. Sabemos que muitos outros países que vivem as dores da guerra sofrem imediatamente a fome A fome se exporta com muita facilidade e a vemos também dos fenômenos migratórios”. 

Brasil 

O Parlamento brasileiro é representado na cúpula da FAO pelo coordenador da Frente Parlamentar Mista de Soberania e Segurança Alimenta e Nutricional e de Combate à Fome no Brasil, o deputado Padre João (PT-MG) e pelos deputados federais Bohn Gass (PT–RS) e Heitor Schuch (PSB–RS), além da deputada estadual do Rio Grande do Sul, Laura Sito (PT), coordenadora da frente parlamentar gaúcha com o mesmo objetivo. 

A Frente Parlamentar Mista do Congresso Nacional, instalada em 3 de maio, conta com 202 deputados federais e 17 senadores apoiadores. 

Os brasileiros viajaram ao Chile para compartilhar as experiências de implementação de legislação sobre a segurança alimentar e nutricional.  

Em vídeo divulgado em uma rede social, nesta quarta-feira (14), já no país andino, o deputado Padre João fez um retrospecto da situação brasileira desde 2014, quando o país tinha saído do Mapa da Fome das Nações Unidas. “Com golpe e com o governo Bolsonaro, com o desmonte do Estado brasileiro, a extinção do Consea [Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional], a extinção de orçamentos para PAA [Programa de Aquisição de Alimentos] e o PNAE [Programa Nacional de Alimentação Escolar], do Ministério do Desenvolvimento Agrário, então,  todo o aparato que tirou o Brasil do Mapa da Fome foi desmontado!”, afirmou o parlamentar. 

Padre João detalhou o cenário atual do Brasil neste tema. “Agora, com o [presidente] Lula de volta, vem, então, a comida na mesa; e a educação que é também estruturante.”

Por fim, no vídeo, o parlamentar brasileiro adianta o que vai compartilhar na sessão plenária com os parlamentares da América Latina do Caribe, durante a cúpula.  

“O combate às desigualdades precisa ir na raiz. É verdade que o Betinho continua tendo razão: ‘Quem tem fome, tem pressa’. Mas, não resolve ficar apagando incêndio, sem ir à causa do problema”. 

Betinho é o apelido do sociólogo e ativista Herbert José de Souza, fundador da organização não governamental (ONG) Ação da Cidadania contra a Fome, morto em 1997. 

Governo de SP confirma quarta morte por febre maculosa em Campinas


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O Instituto Adolfo Lutz confirmou o diagnóstico de febre maculosa da adolescente de 16 anos, moradora de Campinas, que faleceu na terça-feira (13). No dia 27 de maio ela esteve no evento na Fazenda Santa Margarida, no distrito de Joaquim Egídio, local provável de infecção, onde outras três pessoas estiveram antes de morrerem esta semana em decorrência da doença.

Segundo a Secretaria de Saúde de Campinas, com as quatro mortes pela doença, a situação já se configura como um surto localizado. O distrito de Joaquim Egídio é mapeado como área de risco para febre maculosa.

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De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, em 2023, foram registrados 17 casos de febre maculosa com oito óbitos, incluindo os quatro confirmados desde segunda-feira (12) e que estiveram no mesmo evento. Em 2022, foram registrados 63 casos, com 44 óbitos confirmados. Já em 2021, foram 87 casos e 48 óbitos.

Alerta

O alerta da secretaria estadual é para que as pessoas que estiveram na Fazenda Santa Margarida no período de 27 de maio a 11 de junho e apresentarem febre e dor pelo corpo, dor cabeça ou manchas avermelhadas pelo corpo, procure atendimento médico imediatamente e informe ao médico que estiveram na região.

A febre maculosa, também conhecida como doença do carrapato, é uma infecção febril de gravidade variável, com elevada taxa de letalidade. Causada por uma bactéria do gênero Rickettsia é transmitida pela picada do carrapato. O período de incubação da Febre Maculosa é de 2 a 14 dias, então o correto é considerar exposições ocorridas nos últimos 15 dias antecedentes ao início de sintomas.

Entre os cuidados a serem tomados para diminuir os riscos de contrair a doença então verificar frequentemente se há algum carrapato preso ao corpo, usar roupas claras e com manga longa, calça comprida e sapato fechado. Para retirar um carrapato da pele, seja de um humano ou de um animal, é preciso utilizar uma pinça delicadamente, torcendo o parasita até que a boca saia da pele. Isso porque a bactéria que causa a doença está na saliva e se ele for apertado ou esmagado, pode inocular mais saliva e assim aumentar o contato da vítima com a bactéria.

A doença não é transmitida diretamente de pessoa para pessoa pelo contato e seus sintomas podem ser facilmente confundidos com outras doenças que causam febre alta. Em humanos, a enfermidade caracteriza-se por febre e máculas (manchas) vermelhas no corpo. Além disso, há sinais de fraqueza, dor de cabeça, muscular e nas articulações, tudo de início súbito.

Se não for tratada, a doença pode levar à morte rapidamente. Se diagnosticada rapidamente e tratada com antibiótico específico nos três dias iniciais de manifestações clínicas, a doença tem cura. Porém, depois que a bactéria se espalha pelas células que formam os vasos sanguíneos, o caso pode se tornar irreversível.

Febre maculosa: São Paulo concentra mais da metade dos casos do país


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O Brasil registrou 2.059 casos de febre maculosa de janeiro de 2013 a 14 de junho de 2023, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Desse total, 1.292 casos foram na Região Sudeste. Desde o início deste ano, 53 casos ocorreram em todo o país, dos quais 30 se concentraram no Sudeste.

Com relação aos óbitos causados pela doença do carrapato, foram contabilizados 703 no Brasil desde 2013, dos quais 623 foram no Sudeste. Até 14 de junho de 2023, o Brasil registrou oito mortes, todas no Sudeste.

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Quando analisados os 30 casos registrados este ano na Região Sudeste, quatro foram em Minas Gerais, oito no Espírito Santo, seis no Rio de Janeiro e 12 em São Paulo. Segundo o levantamento do Ministério da Saúde, as oito mortes deste ano ocorreram no estado de São Paulo. Todas as vítimas estiveram em evento da Fazenda Santa Margarida, no distrito de Joaquim Egídio, em Campinas, local provável de infecção, no dia 27 de maio.

No estado de São Paulo há duas espécies da bactéria causadora da doença. Segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica do estado de São Paulo (CVE), na região metropolitana da capital, há pouquíssimos registros devido à urbanização da área.

No interior do estado, a doença passou a ser detectada a partir da década de 1980, nas regiões de Campinas, Piracicaba, Assis, nas regiões mais periféricas da região metropolitana de São Paulo e no litoral, mas em uma versão mais branda. Os municípios de Campinas e Piracicaba são, hoje, os que apresentam o maior número de casos registrados da doença.

 

Arte febre maculosa

A doença

A febre maculosa é uma doença infecciosa causada por uma bactéria transmitida através da picada de uma das espécies de carrapato. Conhecido como carrapato estrela, na fase adulta o animal é marrom e tem o tamanho de um feijão verde. O parasita depende de sangue de outros seres para sobreviver. Seus hospedeiros podem variar de região para região, podendo ser encontrado em cachorros, gatos, cavalos, bois e capivaras, que são os mais comuns.

A doença não é transmitida diretamente de pessoa para pessoa pelo contato e seus sintomas podem ser facilmente confundidos com outras doenças que causam febre alta. Em humanos, a enfermidade caracteriza-se por febre e máculas (manchas) vermelhas no corpo. Além disso, há sinais de fraqueza, dor de cabeça, muscular e nas articulações, tudo de início súbito.

>> Agência Brasil explica o que é febre maculosa e quais os sintomas

Se não for tratada, a doença pode levar à morte em um curto espaço de tempo. Se diagnosticada rapidamente e tratada com antibiótico nos três dias iniciais de manifestações clínicas, a doença tem cura. Porém, depois que a bactéria se espalha pelas células que formam os vasos sanguíneos, o caso pode se tornar irreversível.

Para retirar um carrapato da pele, seja de um humano ou de um animal, é preciso utilizar uma pinça delicadamente, torcendo o parasita até que a boca saia da pele. Isso porque a bactéria que causa a doença está na saliva e se ele for apertado ou esmagado, pode inocular mais saliva e assim aumentar o contato da vítima com a bactéria.

 

*Matéria foi atualizada às 15h57 para correção do número de casos de febre maculosa. E foi corrigida às 16h13 para correção do número de mortes. Nos últimos 10 anos, foram contabilizados 2.059 casos e 703 mortes por febre maculosa.

Moraes determina bloqueio de redes sociais de influenciador digital


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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (14) o bloqueio das redes sociais do influenciador digital Bruno Monteiro Aiub, conhecido como Monark.

Pela decisão, Monark está proibido de publicar e compartilhar desinformação (fake news). O ministro também fixou multa de R$ 10 mil em caso de descumprimento da decisão. Em postagens recentes, ele foi acusado pelo ministro de espalhar “notícias fraudulentas” sobre as eleições.

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As redes sociais Discord, Instagram, Rumble e Twitter terão duas horas para derrubar o acesso dos usuários aos perfis de Monark na internet. As empresas ainda deverão enviar ao Supremo os dados cadastrais do influenciador e preservar o conteúdo de postagens.

A decisão de Moraes foi motivada por um relatório produzido pela assessoria de enfrentamento à desinformação do TSE. Na petição enviada ao Supremo, o tribunal eleitoral informou sobre a publicação de um vídeo de Monark na rede social Rumble, no dia 5 de junho. 

Na gravação, o influenciador comenta sobre o papel do Supremo e do TSE e passa a fazer insinuações sobre o processo eleitoral.

“Por que ele [Supremo] está disposto a garantir uma não-transparência nas eleições? A gente vê o TSE censurando gente, Alexandre de Moraes prendendo pessoas, um monte de coisas acontecendo e, ao mesmo tempo, eles impedindo a transparência das urnas? Você fica desconfiado. Que maracutaia está acontecendo nas urnas ali? Qual é o interesse? Manipular as urnas? Manipular as eleições?”, afirmou. 

A Agência Brasil tenta contato com Bruno Aiub.

*Matéria ampliada hoje (14) às 18h35 para acréscimo de informações.