Habitat Brasil quer reformar 5 mil pisos no Nordeste até 2028

A campanha 100 Mil Pisos para Brincar, lançada no Brasil pela organização não governamental (ONG) Habitat para a Humanidade, quer reformar 5 mil pisos, até 2028, no semiárido nordestino. A iniciativa faz parte da campanha da Habitat América Latina e se baseia em levantamento feito pela ONG, fundada nos Estados Unidos, que identificou a existência de 11 milhões de moradias com piso predominantemente de terra batida no continente. “Não está nem considerando aquele piso inadequado mas que já tem alguma cobertura”, explicou nesta quarta-feira (11) à Agência Brasil a gerente de Programas da Habitat Brasil, Moema Rolim.

A proposta é reformar pisos em moradias vulneráveis, principalmente as que possuem crianças, para que possam ter um desenvolvimento saudável e adequado. No ano passado, a campanha foi lançada na América Latina e já contabiliza 3,8 mil pisos executados, em sua maioria em países da América Central.

Piloto

Moema informou que um projeto-piloto está sendo realizado no agreste pernambucano, para reforma de 20 pisos, com financiamento da empresa Votorantim. Os trabalhos vão se concentrar, inicialmente, no semiárido do Nordeste, porque dados de um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre inadequação das habitações no Brasil, divulgado este ano, apontam a existência de um milhão de casas no país com piso inadequado. “Mais de 530 mil estão na zona rural. Ou seja, a maior parte dessa inadequação de piso está na área rural. Como o semiárido brasileiro concentra a maior parte da população rural do Brasil, a gente achou por bem começar o projeto por essa região”.

A gerente de Programas do Habitat Brasil esclareceu, porém, que isso não significa que a atuação não abrangerá outros lugares do país. “O nosso limite é o Brasil. A gente vai olhando para onde tem mais demanda, onde tem população de maior vulnerabilidade e está precisando mais”. A expansão da campanha depende da obtenção de novos financiamentos, não só de empresas que trabalham na área da construção civil, como a Votorantim, mas de corporações e companhias de outros segmentos da economia que possam investir para que a meta seja atingida e o projeto seja ampliado para outros lugares brasileiros.

ONG

A Habitat para a Humanidade é uma organização global fundada nos Estados Unidos em 1976 com o objetivo de atuar no combate às desigualdades e garantir que pessoas em condições de pobreza tenham um lugar digno para viver. Presente em mais de 70 países, a ONG defende o direito à cidade e soluções de acesso à moradia, água e saneamento, em articulação com diversos setores e comunidades. No Brasil, sua atuação ocorre desde 1992. Já foram desenvolvidos projetos em 24 estados. (Alana Gandra)

Quinta aeronave da FAB parte de Israel com 215 brasileiros


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O quinto avião que o governo brasileiro mobilizou para resgatar brasileiros retidos no Oriente Médio pelo confronto militar entre Israel e o grupo Hamas partiu de Tel Aviv, em Israel, às 11h55 deste sábado (14).

A aeronave, um KC-30 pertencente à Força Aérea Brasileira (FAB), decolou do Aeroporto Ben Gurion com 215 passageiros com destino ao Brasil – entre eles, nove bebês -, além da tripulação militar e 16 animais de estimação.

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A previsão da FAB é que a aeronave pouse no Aeroporto do Galeão no início da madrugada deste domingo (15). Com isso, o total de brasileiros repatriados por meio da Operação Voltando em Paz, do governo federal, chegará a 916 pessoas.

O Ministério das Relações Exteriores estima que serão necessários ao menos 15 voos para trazer de volta ao país todos os brasileiros que solicitaram a ajuda do corpo diplomático para deixar a região do conflito. “Todos os que quiserem sair, sairão”, garantiu o embaixador do Brasil em Israel, Fred Meyer, em nota do Itamaraty.

Mais de 2,7 mil cidadãos brasileiros atualizaram seus dados pessoais por meio do formulário que a embaixada brasileira em Tel Aviv disponibilizou na internet, mas conforme o diretor do Departamento Consular do Itamaraty, Aloysio Mares Dia Gomide Filho, explicou na última quarta-feira (11), nem todos manifestaram intenção de deixar a região neste primeiro momento. Além disso, alguns deles preencheram o formulário mais de uma vez, de forma que o Itamaraty ainda não sabe ao certo quantos, de fato, são os brasileiros na região.

“Verificamos o fenômeno de duplo, até triplo registro. Algumas pessoas estão se inscrevendo mais de duas vezes, em alguns casos. Estamos revendo esta lista, fazendo um pente-fino”, comentou Gomides Filho, frisando que os cidadãos já repatriados estão entre os que responderam o formulário.

Esta madrugada, horas antes da quinta aeronave brasileira partir de Tel Aviv, pousou no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro, o quarto avião empregado na Operação Voltando em Paz, com 207 passageiros a bordo.

Uma sexta aeronave destacada para resgatar os brasileiros, um VC-2 da Presidência da República com capacidade para 40 pessoas, está em Roma, na Itália, onde a tripulação aguarda a autorização para seguir viagem até o Egito, onde o Ministério das Relações Exteriores tentará embarcar o grupo de brasileiros que está na Faixa de Gaza, território palestino sob forte ataque das forças militares israelenses.

Cursinhos populares preparam para o Enem e mobilizam lutas sociais


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Os cursinhos populares voltados para públicos específicos buscam preparar para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), além de mobilizar lutas sociais. É o caso do cursinho da Educafro Brasil, em São Paulo, voltado para a população negra e periférica, que tem como meta o acesso à universidade e combater a desigualdade educacional.

“Nós temos a missão de entregar à faculdade não só um aluno que passe na prova tradicional da faculdade, nós temos a missão de entregar um aluno questionador e lutador para ajudar a fazer acontecer as grandes transformações que sonhamos”, disse o diretor-executivo da Educafro, frei Davi.

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Ele explicou que os estudantes têm aula de cultura e cidadania, com mesma carga horária das demais aulas como português e matemática, em que se trabalha fortemente o combate ao racismo.

“Nosso sonho é que esses alunos que vão ingressar nas universidades públicas tenham a capacidade de questionar o currículo dessas universidades que são exageradamente eurocêntricas e marginalizam todo o saber afro e indígena”, revelou.

“Nós queremos a universidade plural também na sua pedagogia, na sua metodologia. Por exemplo, é um absurdo que grande parte das universidades públicas, dos vestibulares, não cobra livros de autores africanos, isso é um atentado contra nós afro-brasileiros, só cobram livros de autores de origem europeia, isso não está certo”, acrescentou.

Responsabilidade

Outro problema apontado pelo diretor é a falta de responsabilidade de sucessivos governantes que ocuparam o Ministério da Educação ao não garantir a permanência de estudantes negros nas universidades por falta de políticas públicas. Segundo ele, a situação gerou grande estrago aos jovens negros que entraram na universidade e depois precisaram abandoná-la por dificuldades financeiras.

“O governo federal, quando adotou cotas, prometeu que todos os alunos que tivessem como renda até um salário-mínimo e meio, todos eles receberiam imediatamente bolsa moradia e bolsa de alimentação. E o governo até hoje não bota isso em prática”, reivindicou.

Luiz Henrique, de 24 anos, está se preparando para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano por meio do curso preparatório para vestibulares que a Educafro oferece. “A Educafro foi o que nos permitiu ir além do ensino, que geralmente é deficiente, nas escolas públicas, que é oferecido para nós, porém, não só isso, como também a Educafro é um meio de reunir várias pessoas sob a mesma égide, da luta contra o racismo através de pautas sociopolíticas e econômicas”, ressaltou.

Ele pretende fazer a graduação em Engenharia Mecatrônica, Direito ou Engenharia da Computação, mas esse não é um objetivo isolado para o estudante. “Para nós, a importância que damos para o ensino superior se baseia não só na qualidade de ensino e na possibilidade de uma carreira digna a um nível individual, como também na oportunidade de alavancar o coletivo do povo negro a possuir as mesmas possibilidades oferecidas a outras etnias, através de uma rede de apoio e de contatos, tornando o ensino superior de qualidade”, disse.

O estudante aponta ainda que a escolha das profissões passa por um desejo de construção coletiva da sociedade. Sobre a Engenharia Mecatrônica, ele acredita ser uma área importante para a soberania nacional, e relacionou os outros dois cursos diretamente ao combate ao racismo.

“Direito, pois acredito que é o melhor curso para proteger a população negra das injúrias cometidas seja no mercado de trabalho ou pelas instituições que deveriam nos proteger, porém, abusam do poder que é confiado a eles, e Engenharia da Computação, porque é uma área que está em alta, e quero fazer parte dos esforços da população negra para o acesso a essa”, finalizou.

Pontuação

A estudante Pamella Santos, de 38 anos, também está se preparando para a prova do Enem por meio da Educafro. “Eu estou muito determinada e focada nos estudos pois, desde de que comecei a fazer o cursinho da Educafro, melhorei muito minha pontuação no Enem, coisa que não conseguia nas provas dos outros anos”, contou.

“Eu sou uma pessoa totalmente justa e sempre busco a justiça, a igualdade, a defesa e conhecimento fazendo com que a nossa Constituição seja realmente válida e reconhecida”, disse a estudante, que pretende cursar Direito.

Ela acrescentou que a Educafro teve papel relevante em sua busca pelo ensino superior, porque há a possibilidade de a entidade fornecer computador para quem precisa, os professores têm boa bagagem de conhecimento e há atendimento psicológico à disposição.

Brasileira árabe-cristã que vive em Israel teme ataques do Hezbollah


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Os atentados do Hamas no sul de Israel, no último fim de semana, e a consequente ofensiva israelense em Gaza, viraram as vidas de quem mora na região de conflito pelo avesso. Vivendo na cidade israelense de Nazaré há 20 anos, Soraya Zaher teme pela vida da família.

A história da comerciante com o Brasil começa com a fuga do avô, um árabe cristão, da cidade Nazaré durante a guerra da independência, em 1948. Anos depois, Soraya voltou para conhecer a terra de seus ancestrais. Era para ser apenas uma viagem de seis meses, mas após aceitar o pedido de casamento de um primo distante, também árabe cristão e cidadão israelense, decidiu fazer de Nazaré, cidade onde Jesus Cristo teria passado grande parte de sua vida, sua nova morada.

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A união gerou quatro filhos, três meninas e um menino, entre 3 e 16 anos, e até a semana passada, Soraya estava animada com suas perspectivas futuras, já que recentemente abriu uma loja de roupas femininas na cidade onde mora, localizada no norte de Israel.

Apesar de morar longe da Faixa de Gaza, Soraya teme uma guerra em larga escala, com ataques vindos do Hezbollah, no Líbano; da Síria; e do Irã. “Desde que começou isso tudo, estamos dormindo no bunker, o quarto antibomba. Eu e meu marido vimos que era o melhor estarmos todos lá, principalmente no período da noite. De dia, também ficamos o máximo que dá. E quando vemos que está estressante demais, saímos um pouco”, conta Soraya.

Ela não tem certeza de se quer voltar ao Brasil, onde está parte de sua família, ou se permanece em Israel, onde está toda sua vida, inclusive seu negócio recém-aberto, e onde provavelmente ficará seu marido.

“Se decidir ir, no caso, meu marido não iria. Nos separar fisicamente seria algo muito ruim para nossos filhos. O medo de ir para o Brasil é o mesmo de ficar. Não sabemos o que realmente vai acontecer”, afirma Soraya.

O grupo islamita Hamas rejeitou, nesta sexta-feira (13), o ultimato de 24 horas dado pelo exército israelense para que os civis se retirassem do norte da Faixa de Gaza. A ordem de Israel implica no deslocamento de metade dos 2,3 milhões de pessoas que moram em Gaza.

O grupo libanês Hezbollah, apoiado pelo Irã, disse que está “pronto” e que “contribuirá” para o conflito contra Israel, apesar de vários países terem apelado para não entre na guerra. “Quando chegar a hora de atuarmos, assim o faremos”, disse um dos representantes do Hezbollah, Naim Qassem.

Com informações da Lusa.

Moraes vota para condenar mais oito pessoas por atos do 8 de janeiro


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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou pela condenação de mais oito réus dos atos golpistas de 8 de janeiro. O plenário virtual do STF começou a julgar nesta sexta-feira (13) o quarto grupo de acusados pelas manifestações que terminaram em depredação dos prédios sede dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário no início do ano, em Brasília.

Nesta leva, estão sendo julgados pessoas presas dentro do Palácio do Planalto. O julgamento desse grupo acaba no próximo dia 20. Relator dos processos relativos ao 8 de janeiro, Moraes votou por penas de 3 a 17 anos, além do ressarcimento de R$ 30 milhões por danos morais coletivos.

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Até agora, Moraes tinha votado por penas a partir de 12 anos. No entanto, nesta leva, o ministro propôs pena de três anos para dois réus, por considerar que eles tiveram menor grau de participação na depredação ao Planalto.

Os réus respondem às seguintes acusações: associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado pela violência e deterioração de patrimônio tombado.

Confira os réus e as penas definidas por Moraes:

•     Raquel de Souza Lopes, de Joinville (SC): 17 anos de prisão;

•     Cibele da Piedade Ribeiro da Costa Mateos, de São Paulo: 17 anos de prisão;

•     Charles Rodrigues dos Santos, de Serra (ES): 14 anos de prisão;

•     Gilberto Ackermann, de Balneário Camboriú (SC): 17 anos de prisão;

•     Fernando Placido Feitosa, de São Paulo: 17 anos de prisão;

•     Fernando Kevin da Silva de Oliveira Marinho, de Nova Iguaçu (RJ): 17 anos de prisão;

•     Felipe Feres Nassau, de Brasília (DF): 3 anos;

•     Orlando Ribeiro Júnior, de Londrina (PR): 3 anos.

Paralelamente, o plenário virtual do STF está julgando a terceira leva de acusados até o dia 16. Ao todo são sete réus, cinco presos no Palácio do Planalto e dois dentro do Congresso Nacional.

Segunda parte da operação de voos de repatriação terá início domingo


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O comandante da Força Aérea do Brasil (FAB), Marcelo Damasceno, disse nesta sexta-feira (13), em Guarulhos, na Grande São Paulo, que o governo brasileiro vai iniciar a segunda parte da operação de repatriação de brasileiros que estão na região de conflito entre Israel e a o grupo palestino Hamas neste domingo.

“Vamos começar a segunda etapa da operação agora na próxima semana, com mais dois voos”, disse ele a jornalistas logo após a chegada do terceiro voo de repatriação na Base Aérea de Guarulhos (SP), ainda como parte da primeira etapa da operação. “Vamos chegar perto de mil pessoas agora [repatriadas com os voos da primeira etapa]”, explicou o comandante

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“Nossa expectativa para essa segunda etapa da operação, que se inicia já no domingo, é que o primeiro avião da segunda etapa deve sair ainda de Tel Aviv. Os números indicam que devemos permanecer lá durante mais algum tempo. Entendemos que a manutenção desse corredor, a partir de Tel Aviv para o Brasil, para o [Aeroporto do] Galeão, no Rio de Janeiro – onde é mais fácil distribuir as pessoas para seus destinos finais – ainda é a melhor saída que encontramos”, explicou.

Foram feitos três voos de repatriação da operação apelidada de Voltando em Paz, contabilizando 494 passageiros de volta ao Brasil. Na manhã de hoje (13) chegou o terceiro desses voos, com 69 passageiros: cinco deles desembarcaram em Recife e, o restante, na Base Aérea de Guarulhos. Todos esse voos saíram de Israel. Ainda estão previstos, nessa primeira etapa da operação, outros dois voos saindo de Israel, com chegadas no Rio de Janeiro entre amanhã (14) e domingo (15).

A Força Aérea também se prepara para fazer a primeira repatriação de brasileiros que estão na Faixa de Gaza. Uma aeronave VC-2 (Embraer 190), utilizada pela presidência da República, está pronta, no Aeroporto de Roma, na Itália, aguardando autorização das autoridades egípcias para a operação.

Esse avião deve pousar no Egito, já que a expectativa é que os brasileiros saiam pelo posto de fronteira de Rafah, que conecta Gaza com a Península do Sinai, no território egípcio.

“A coordenação toda desse voo [que deve repatriar brasileiros que estão na Faixa de Gaza] está sendo feita pelo Itamaraty, em um trabalho muito bem feito”, disse. “Nessa questão da Palestina, como estamos longe, fora de nosso setor estratégico, preferimos colocar nossos aviões lá em Roma. Um deles é o avião que atende a presidência, uma cessão feita pelo presidente [Lula] para que o avião estivesse disponível. E colocamos um outro avião para ficar lá de reserva. Então temos dois aviões em Roma. Quando houver a possibilidade de abertura dessa janela dentro daquele corredor humanitário, nós estaremos prontos para fazer essa missão, seja no Cairo [Egito] ou outro aeroporto mais próximo”, detalhou. “Apesar do momento ser muito complexo, sensível, estaremos prontos para fazer essa missão”. Segundo ele, caso o corredor humanitário seja aberto, um desses aviões seguirá para o Egito e, o outro seguirá para Jerusalém.

Chegada em Guarulhos

Antes de falar com a imprensa, o comandante da FAB foi saudado pelo familiar de uma brasileira, grávida, que chegou na Base Aérea de Guarulhos na manhã de hoje. “Vocês são ótimos”, disse o pai da brasileira ao comandante, agradecendo pelo voo de repatriação que trouxe a a filha de Israel para o Brasil, em meio ao conflito entre Israel e o Hamas.

Segundo o comandante, esse voo que chegou em Guarulhos foi o primeiro de repatriação, vindo de Israel, feito com esse modelo de avião, um KC-390 Millennium da FAB. “Essa era a terceira perna, a terceira viagem desse primeiro pacote de cinco voos. Esse é um avião de transporte operacional. Esse avião teve que fazer algumas escalas. Decolamos de Tel Aviv (Israel) para Lisboa (Portugal) e de lá para Recife (PE), onde deixamos cinco brasileiros”.

Além dos 69 passageiros, o voo contou com cerca de 12 tripulantes, entre pilotos, médicos e psicólogos da Força Aérea. “Acho que foi muito bom a gente ter essa equipe multidisciplinar na área da saúde da Força Aérea. O Ministério da Saúde também se colocou à disposição para nos ajudar no pós-voo porque as pessoas se emocionam”, disse o comandante.